Sentir dor não é normal e ninguém deve se acostumar com isso

Dor é sinal de que algo está errado em nosso corpo, mas com a correria do dia-a-dia, acabamos achando que é normal sentir dores devido às tensões que ocasionam compensações em nosso corpo, e que acabam gerando dor. É muito comum que na correria do dia-a-dia as pessoas se acostumem com as dores. Porém, ao contrário do que muitos pensam, de acordo com a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), não é normal.

A verdade de fato é que desde o começo da existência do ser humano a dor faz parte do dia a dia da grande maioria das pessoas. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as dores atingem 42% da população mundial. 

A dor é dividida em dois tipos:

A dor aguda surge como função de proteção e de alerta fisiológica (ou seja, nos informa que algo de errado está acontecendo em alguma parte do nosso organismo. Se caracteriza por ser de curta duração, pode ser momentânea ou até se estender por 3 meses de duração, e é de fácil localização. Exemplos: cortes, quedas, queimaduras, fraturas, desequilíbrio musculares, entre outros.

Já a dor crônica é considerada quando sua duração é superior a 3 meses, ainda é considerada crônica a dor que surge de maneira intermitente (que cessa e recomeça, por intervalos), ou regular por longos períodos. Exemplos: Dores lombares, enxaquecas, fibromialgia, câncer, artrose, entre outros.

A dor aguda quando não tratada pode se transformar em uma dor crônica, levando prejuízos a qualidade de vida.

Sentir dor não é normal, e ninguém deve se acostumar com isso. Nenhuma dor deve fazer parte da sua vida, e se elas estão presentes na sua, é sinal de que há algum desequilíbrio no seu corpo.

Cuide-se, procure um profissional para que possa lhe ajudar a encontrar as causas das suas dores e trata-las.

Referência

http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-08582007000100007  ARTIGO usado apenas como base para definir dor crônica e dor aguda.

Leave a Reply

Your email address will not be published.